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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Autarquias atrasam-se nos pagamentos

Sete meses é o tempo que levam, em média, as autarquias e as empresas municipais a liquidarem as suas dívidas às empresas de obras públicas. E a factura em atraso da administração local ao sector da construção já é agora de 830 milhões de euros. Também houve um agravamento de duas semanas no prazo médio de pagamento e mais grave ainda, 75% das câmaras pagam fora de horas (a lei estabelece dois meses) e 5% delas levam mais de um ano a liquidar as facturas.

A situação agravou-se de tal forma que no escalão das que pagam no máximo até três meses estão agora apenas 33 câmaras; no último inquérito eram 45.

A situação é tanto mais grave quanto é certo que o sector da construção "atravessa a mais prolongada e profunda crise de que há registo" e que provocou, em oito anos, "a perda acumulada de 31% da produção e a eliminação de 141 mil empregos".

E se existe concelho que tem sentido na papel este desemprego é o Marco, mas se existe Autarquia que tem sido reponsável por este problema é também a nossa. Quando os "gestores" destas autarquias gastam o dinheiro que não dispõem quem acaba por sofrer primeiro são os seus fornecedores, de seguida serão os seus funcionários e por fim quem os elegeu.  

Ler a notícia toda aqui ou aqui.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Diminui o desemprego no Marco e a nível do Continente

Boas notícias por pouco significantes que sejam são sempre boas notícias. Neste caso já há muito tempo que o desemprego não tinha no Marco uma descida como esta. Menos 63 desempregados inscritos no centro de desemprego. A nível do continente esse número foi de menos 9.719 desempregados, em Amarante de menos 58 desempregados e em Baião o número de desempregados não sofreu alterações.

Com esta descida recuperou-se da descida do mês de Abril e ficou-se assim com o nível dos desempregados do mês de Março. Importante realçar que a descida realizou-se praticamente em todos os grupos, com excepção do grupo com mais de 1 ano de inscrição no IEFP, e no grupo de escolaridade abaixo do 1º ciclo e do grupo com o secundário.

O número de desempregados em Maio no Marco é de 4.047, em Amarante de 4.196, em Baião de 2.024 e a nível do Continente de  539.957 desempregados.

Relativamente ao mês de Maio de 2009 o crescimento de desempregados foi de 22% no Marco.  Mais notícias pode ler aqui, aqui, aqui e aqui.

Agora estas boas notícias podem ser ofuscadas "mercê de uma anulação de 50782 desempregados – uma das mais altas de sempre - cujas causas o Instituto de Emprego e Formação Profissional continua a não divulgar" .

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O desemprego continua a subir no Marco

Em Abril o número de desempregados registados no IEFP aumentou em 70 desempregados, atingindo a cifra de 4.110 desempregados. Amarante e Baião também tiveram crescimentos respectivamente para 4.254 e 2.024 desempregados. A nível do Continente o número de desempregados diminuiu em 538 descendo para 549.676 desempregados.

O perfil de desempregado que mais aumentou foi o de mulher, inscrita a mais de um ano, à procura de novo emprego, com idade entre 35 e 54 anos e com o 3º ciclo do ensino básico.

Relativamente a um ano atrás o número de desempregados subiu em 825 o que corresponde a um aumento de 25%.

sábado, 1 de maio de 2010

Evolução do Desemprego

Porque hoje é o Dia do Trabalhador considerei oportuno divulgar a evolução do desemprego no nosso Concelho nos últimos dois anos. Para se poder ter uma referência comparativa aproveitei a ideia que Bento Marinho utilizou na última Assembleia Municipal ao comparar os desempenhos do nosso concelho com os dois concelhos vizinhos de Amarante e Baião.

A evolução do desemprego de Maio de 2008 para Março de 2010 foi a seguinte por concelho:
- Marco de Canaveses tinha 2.584 e passou para 4.040 desempregados representando um aumento de 56,3%;
- Amarante tinha 3.549 e passou para 4.122 desempregados representando um aumento de 16,1%;
- Baião tinha 1.535 e passou para 1.965 desempregados representando um aumento de 28,0%.

Devemos reflectir o que se tem realizado ou deixado de realizar de diferente nestes três concelhos com características tão próximas para que os resultados sejam tão díspares.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Hoje não queria dar más notícias, mas...

Tinha decidido que hoje não pretendia dar más notícias e que preferia passar o fim do dia mais relaxado. Azar meu disseram-me que o IEFP já tinha no seu site as estatísticas de Março, e não resisti para ver se eram boas notícias. 

Infelizmente o número total de desempregados registados subiu para 4.040 desempregados, mais 4,5% do que no mês anterior. 

sábado, 20 de março de 2010

Desemprego no Marco Continua a Subir

Nos dados do IEFP relativo a Fevereiro o desemprego no concelho de Marco de Canaveses volta a atingir novo recorde. São 3.866 desempregados, mais 51 do que o mês anterior e mais 833 do que em 2009. Este aumento deve-se totalmente ao crescimento dos desempregados à procura de um novo emprego, o que deixa evidente que estamos com um problema económico grave que tem que ser enfrentado com coragem e competência. A situação mais grave é no grupo etário dos 35 aos 45 anos o que é ainda mais preocupante pois é um faixa etária onde a re-entrada no mercado de trabalho é muito complicada e estamos de certeza a falar de pais desempregados com filhos ainda a precisar de muito apoio familiar.
No Reporter do Marão de 10 a 24 de Março já se escrevia que a situação que é tida como “mais preocupante” e mais difícil de inverter é a do concelho do Marco de Canaveses porque se trata de desemprego “mais estrutural”.
Há menos oferta de formação que permita aos desempregados fazerem uma requalificação e reorientação das suas capacidades e aptidões profissionais.

... Não há tanta “apetência” ou vontade para fazer formação...

Todos estes comentários são opiniões de uma fonte que conhece bem o problema. Poderão ler todo o artigo aqui.
Estranho mais ainda o autismo de alguma classe política Marcoense que não está preocupada nem atenta a este problema, leiam o Programa de Acção da Candidatura de Rolando Pimenta à CPC do Partido Socialista e verificarão que não existe uma referência ao desemprego, à formação para reintegração no mercado do trabalho, nem a programas de apoio social de emergência para estes Marcoenses como Nós.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Desemprego dispara em Marco de Canaveses

O desemprego no primeiro mês de 2010 dispara de uma forma assustadora para um valor de 3.815 desempregados registados segundo o IEFP como pode verificar aqui.
Este valor representa um acréscimo de 250 Marcoenses como Nós que se encontram à procura de emprego relativamente a Dezembro de 2009, mas a 904 novos desempregados comparativamente ao mês de Janeiro do ano passado. Este último valor corresponde a um crescimento de 31%.

O crescimento do desemprego registou-se em todos escalões independentemente do género, tempo de inscrição, situação face à procura de emprego, grupo etário ou nível escolar. Não será difícil de prever dada as constantes más notícias sobre a economia em geral que nos próximos meses a situação piorará.
Não será que está na altura que todos os Marcoenses como Nós, independentemente da cor, reflictam em conjunto e tentem procurar soluções realista para a curto prazo tentarem inverter esta situação?
Ou pelo menos considerarem procurar acções que minimizem as situações em que estes Marcoense como Nós se encontram?

Pode ler mais aqui, aqui e aqui.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Sucesso além fronteiras

Pode-se ler aqui que o movimento emigratório é comparado ao dos anos 60. Nada de novo que não tenha já sido chamado à atenção por nós aqui ou aqui.

Mas também se diz que "...não faz sentido comparar.... As emigrações já não são longas ou definitivas, mas temporárias - por vezes mesmo pendulares...Muitas vezes, saem para prestar serviços específicos e de duração limitada - na construção civil, no turismo, na agricultura".

O que também concordo não só por mercado de emprego ser mais aberto e flexível, mas devido à facilidade de transporte que hoje existe, e essencialmente porque existe um parte significativa de jovens sem formação que ao contrário dos anos 60 não consegue lá fora um emprego estável. Tentam vários países e profissões e acabam por regressar rapidamente às suas terras de origem. Não tem condições de levar as suas famílias e conseguir uma vida estável.

Mas o que não vejo mencionado é que agora existe uma emigração de quadros e jovens com educação superior que vão a procura de países que lhe proporcionem um futuro melhor. Quem conviver com esses jovens que estão hoje na casa dos vinte anos, com uma formação académica superior à média, perceberá que ao contrário da emigração dos anos 60 esta é muito diferente. Procura-se um futuro no estrangeiro, para eles e para as suas futuras famílias, porque duvidam do país que a actual geração lhes vai deixar e não querem ter que suportar as dívidas de que não são responsáveis.

Os primeiro serão uma geração perdida, mas estes últimos serão de certeza mais uma geração de sucesso além fronteiras, pois todos querem atrair estes cérebros como se pode ver aqui, até Portugal mas com pouco sucesso.

Outras opiniões podem ser lidas aqui ou aqui ou aqui ou ou aqui ou aqui e ainda aqui. E coloco estas opiniões, não porque concorde ou discorde delas mas porque 100 anos após a implantação da República e mais de 35 anos após o 25 de Abril não gostei de hoje as ter lido.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Dez mil portugueses ficam sem emprego em Espanha

A notícia que pode ser lida aqui em pormenor à primeira vista nada parece ter com o Marco, mas uma leitura atenta sobretudo na versão em papel aumenta-nos a preocupação com o desemprego no nosso concelho.
Grande parte dos 58.870 portugueses que estão ainda inscritos na segurança social espanhola trabalham na construção civil, todos sabemos que muitos desses trabalhadores são Marcoenses como nós. Na versão em papel os dois entrevistados que ficaram na situação de desempregados são do Marco.
As razões que são apontadas para esta situação já foram referidas aqui. Nada tem sido realizado pelas autoridades locais para alterar a situação, a Mudança é Tranquila. Agora existe uma diferença fulcral entre o que se passou nos anos cinquenta e sessenta e agora. Hoje a Europa não precisa de mão-de-obra não qualificada, os Países Africanos também não precisam dessa mão-de-obra, antes pelo contrário estão a emigrar também para os nossos lados. Assim a não ser que seriamente sejam realizadas acções eficazes na alteração da situação com uma MUDANÇA RADICAL iremos assistir tranquilamente ao aumento da pobreza como também foi referido aqui.
Entretanto os nossos políticos vão comendo anho assado enquanto o povo começa a fazer contas aos tostões.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Desemprego estabilizado mas não melhora

O número de desempregados no Marco registados no IEFP em Dezembro de 2009 desceram em 4 pessoas relativamente a Novembro de 2009.

Agora uma análise mais detalhada mostra alguma preocupação pois todos os escalões acima dos 25 anos crescem no desemprego, totalizando um aumento 49 de desempregados nestes escalões. O baixo nível escolar afecta também o aumento do desemprego sendo que no total dos escalões mais baixos (1º ciclo e abaixo) o aumento do desemprego foi de 43 desempregados.

No total continuamos a ter 3.565 desempregados.

São mais 679 desempregados do que em Dezembro de 2008 e mais 838 do que em 2006. Que acções é que autarquia tem previsto para resolver esta chaga social ?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Desemprego e pobreza

As más notícias não chegavam com os números do desemprego sempre a subir, hoje foram mais uns pontos, continuam a subir também os números da pobreza em Portugal. O último relatório do Eurostat coloca-nos com um risco de pobreza de 18 %, acima da média europeia.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Geração perdida ?

Hoje li aqui e aqui notícias que questionavam se os actuais jovens entre os 16 e 25 anos seriam uma geração perdida. Estou à vontade para falar sobre o assunto porque os meus dois filhos mais velhos estão nessas idades e como pai acho que tenho alguma responsabilidade em ter que responder a essa questão.
Poderão estar perdidos, pois a minha geração está a deixar-lhos uma sociedade em convulsão. Fomos nós os responsáveis pelas decisões de como eles seriam formados. Se não estão preparados a culpa é só nossa. Se o investimento em horas de formação que esta geração realizou foi em cursos sem saída profissional a culpa é só nossa. Nunca em nenhuma outra geração existiu tanto dinheiro gasto em educação e formação. Se existe responsabilidade só pode ser em primeiro lugar dos pais e depois dos formadores.
Estamos também a deixar um estrutura económica em ruínas que não é competitiva no mercado global e na qual esta geração não consegue emprego adequado. A culpa só pode ser de uma geração que ao longo de décadas recebeu apoios comunitários e outros que nunca antes existiram.
E o que deixamos como herança? Dívida, mais dívida e mais promessas de obras para as quais vai ser necessário criar mais dívida.
Esta geração ainda antes de arranjar emprego já está a pagar os maiores impostos que alguma vez já existiram. Os dirigentes políticos não conseguem liderar a mudança e escondem-se por trás dos próprios erros. O défice financeiro e de liderança é enorme.
Já disse mais do que uma vez a esta “geração perdida” que acredito neles e quando ele se “revoltarem” eu estarei ao lado deles. Espero que connosco estejam todos os pais deste e de todos os países da Europa.