sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Petições


Esta iniciativa é importante e demonstra bem como o poder político, nacional e local, tem realizado muito pouco pelo nosso Concelho. Este processo foi "iniciado em 1997 com negociações com a REFER, no sentido da implementação da remodelação e electrificação da Linha do Douro" e já passaram 14 anos, vários governos e ministros de cores políticas variadas e ainda não existem resultados.

Espero que esta petição sirva para demonstrar que os Marcoenses saberão lutar unidos pela retoma deste processo, o mais depressa que seja possível, e que não se limite a servir unicamente, mais uma vez, para os jogos políticos locais.

Gostaria também que a adesão pública, a esta e a outras petições de interesse local ou regional, fosse maior pois que a fraca adesão será limitativa do impacto que ela poderá ter nos decisores políticos.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ferreira Torres é penhorado e terá dívidas à Banca e às Finanças

Avelino Ferreira Torres já admitiu que as senhas de presença como vereador possam te sido penhoradas pelo BPI, pode-se ler aqui. Mas também garantiu nada dever àquele banco.

A razão da penhora tem origem num aval de um empréstimo contraido por uma empresa têxtil.

O JN na sua edição de ontem divulgou que o autarca deverá cerca de dois milhões de euros a outros bancos e às Finanças.

Avelino Ferreira Torres admitiu igualmente que a empresa Horizonte Tâmega, de que é sócio, deve dinheiro aos bancos e às Finanças. Mas na sequência deste contenciosos as Finanças já terão ordenado o congelamento de uma conta bancária de Avelino Ferreira Torres.

Estas notícias são relativas aos negócios privados deste autarca mas dado o impacto que estão a ter nos principais meios de comunicação nacionais não quis deixar de os referir. 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Urgência do Hospital pode fechar

Após a AR/Norte ter decretado o alargamento do atendimento no Centro de Saúde aos fins-de-semana e feriados a direccão clínica do hospital admite que as urgências podem fechar.

Ler aqui.

O Marcoense como Nós já tinha sido alertado para a situação da revisão do actual quadro contratual existente para o atendimento de utentes do SNS nas instalações da Santa Casa da Misericórdia de Marco de Canaveses, como pode ler aqui.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Proposta do vereador do PS/Marco

Para melhor conhecimento da realidade, publicamos aqui, na íntegra, a proposta sobre a a regulamentação da atribuição de subsídios apresentada pelo vereador do Partido Socialista na última reunião de Câmara e que foi chumbada pela maioria PSD:

O Movimento Associativo no Concelho do Marco de Canaveses é uma presença viva na animação da vida comunitária.
Contudo, o reconhecimento do seu trabalho e a sua dignificação passa por uma política transparente de relacionamento com os Poderes e tutelas, mormente o Poder Local, seja ao nível de Freguesia, seja ao nível Municipal.
Só com uma política de apoios técnicos e financeiros transparente baseada em critérios objectivos e quantificáveis que permitam que todos compreendam os valores distribuídos, só com uma verdadeira participação do próprio movimento associativo na atribuição desses apoios e na avaliação “ex-ante” e “ex-post” desse processo, se poderá falar em justiça e equidade.
Assim se evitará a fácil tentação do clientelismo, do proteccionismo, do usar o poder de distribuir de forma casuística.
O Movimento Associativo possui no Marco várias expressões que devem, por serem diferentes, ser olhadas e apoiadas de forma diferente: temos os Associativismo Desportivo, o Associativismo Cultural, o Associativismo de acção cívica (ambiental, de pais, etc.), o Associativismo de Solidariedade Social, o Associativismo sócio-profissional e corporativo.
Rever a atribuição de apoios técnicos e financeiros é urgente; contudo, a criação de novos instrumentos normativos deve, para quem do Poder Local tem uma visão democrática, ser um processo participado pelos próprios interessados.
Não existe, neste momento, um “cadastro” rigoroso do movimento associativo, nas suas diferentes expressões. Não sabemos ao certo quantas Associações temos activas, quantos associados movimentam, que recursos próprios têm (instalações, equipamentos), mesmo se estão a funcionar legalmente. Ou seja, falta fazer a Carta (ou as cartas) do Associativismo no Concelho.
Pese o meritório trabalho, a Associação das Colectividades do Concelho não tem capacidades técnicas e humanas para fazer esses trabalhos, nem tem o PODER para, “sentar” à mesa todos os parceiros, o que só um órgão autárquico conseguirá fazer.
Assim, propõe-se que:
1. A Câmara Municipal até ao final do mês de Outubro de 2011 elabore a Carta Social do Movimento Associativo, recolhendo a estágios curriculares de alunos os Cursos da área social (Serviço Social, Sociologia, Ciência Política, etc.).
Dessa “Carta” constará o cadastro de todas as Associações de todas as índoles, identificando a sua forma jurídica, número de associados activos, número de utentes/praticantes, equipamentos e edificações, entre outras informações consideradas como relevantes.
2. Se constitua um grupo de trabalho, onde terá assento um representante de cada força política ou movimento com representação municipal, com o objectivo de, até Junho de 2011, preparar um ante-projecto de Quadro Normativo de Apoio ao Movimento Associativo, nas suas diferentes expressões. Esse grupo de trabalho poderá e deverá associar a si dirigentes associativos locais, regionais ou nacionais, individualidades e técnicos reconhecidos como especialistas na matéria, autarcas de Freguesia.
3. Durante a anual Feira das Colectividades, na edição de 2011, a Câmara Municipal organize o 1º Encontro Concelhio do Movimento Associativo, com o objectivo de ser presente, discutido e enriquecido o ante-projecto de Quadro Normativo de Apoio ao Movimento Associativo, assim como reflectir sobre o modo como organizar e estruturar o Movimento Associativo no Concelho, enquanto legítima expressão da cidadania participativa

Comunicado do PS/Marco

Na reunião de Câmara do dia 27 de Janeiro, a maioria PSD reprovou uma proposta do Vereador do PS relativa à regulamentação do apoio ao associativismo.

O Partido Socialista entende que só com uma política de apoios técnicos e financeiros transparente, baseada em critérios objectivos e quantificáveis que permitam que todos compreendam os valores distribuídos, se poderá falar em justiça e equidade.

Com a aplicação do actual regulamento de atribuição de subsídios às colectividades, tal não se verifica. Por detrás de uma aparente democraticidade, continua verificar-se a subserviência das instituições ao poder político e ao livre arbítrio deste plasmado na continuação do clientelismo e do proteccionismo em desfavor da prática formativa das diversas modalidades.

É, pois, para nós urgente a revisão do actual estado de coisas e para tal queremos que haja uma nova atitude, que emanada do poder político incorpore as reais necessidades de todas as colectividades. Assim, a criação de novos instrumentos normativos deve ser - para quem tem uma visão democrática do Poder Local -, um processo aberto e participado no qual deveriam ser os próprios interessados chamados a esta discussão.

Por isso, a proposta apresentada pelo Vereador do PS tinha isso em consideração: a preocupação com a equidade e transparência e o fim da distribuição de subsídios feita por critérios de simpatia político-partidária.

Para o garantir, foi proposta a constituição de um grupo de trabalho onde teria assento um representante de cada força política ou movimento com representação municipal, com o objectivo de, até Junho de 2011, preparar um ante-projecto de Quadro Normativo de Apoio ao Movimento Associativo, nas suas diferentes expressões. Esse grupo de trabalho poderia e deveria associar a si dirigentes associativos locais, regionais ou nacionais, individualidades e técnicos reconhecidos como especialistas na matéria e também autarcas de Freguesia.

Propôs-se ainda que durante a anual Feira das Colectividades, na edição de 2011, a Câmara Municipal organizasse o 1º Encontro Concelhio do Movimento Associativo, com o objectivo de ser presente, discutido e enriquecido o referido ante-projecto, assim como reflectir sobre o modo como organizar e estruturar o Movimento Associativo no Concelho.

O PSD reprovou a proposta por ser demasiado "colectivista".

Ou seja, 100 anos após a proclamação da República e 37 anos após o "25 de Abril", defender-se a participação dos eleitos locais e das Associações na definição de um assunto do seu interesse e fundamental para a sua vida, é considerado "colectivismo".

O PS não desistirá da sua luta por uma regulamentação transparente do apoio ao movimento associativo, deixando, à consideração das Colectividades, dos seus dirigentes e associados, o julgamento desta atitude do PSD.

Artur Melo,
Presidente da CPC do PS/Marco

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Democracia ?

Uma imagem vale mais do que mil palavras, e esta imagem representa muito bem o que se está a passar no Egipto.

Nós em Portugal podemos estar orgulhosos de que já demos este passo no século passado, já lá vão 36 anos. De todos os direitos que comquistamos um dos principais foi podermos eleger livremente os nossos representantes.

Mas existe ainda uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses, digo marcoenses, que ainda resiste ao invasor.

Se não acredita esteja atento ao que se passa nas duas disputas eleitorais que estão a decorrer na nossa terra.

Pode ler mais aquiaqui ou aqui.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Petição pela construção do IC35

A construção do IC 35 é uma velha aspiração das populações dos concelhos de Penafiel, Castelo de Paiva e Cinfães (além de Marco de Canaveses), fundada na convicção de que tal construção, como se pode ler no respectivo estudo de impacto ambiental, “produzira melhorias a vários níveis, pelo aumento da acessibilidade, essencialmente junto aos nós, maior facilidade de escoamento de produtos, o que se revelará muito positivo devido à grande actividade de extracção de granitos existente no local, potenciando ainda a instalação de novas actividades, a redução dos tempos de viagem e custos de combustível, poupança de materiais e maior segurança na circulação viária.”

Leia a assine aqui esta petição.

Deixe-nos cá também a sua opinião sobre este tema e como a construção (ou não) desta via poderá beneficiar (ou não) o nosso concelho.

Como a língua portuguesa não deve ser tratada, por António Ferreira

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Relógio de ouro em tribunal

Decorre em tribunal o julgamento dos 26 autarcas que ofereceram a Avelino Ferreira Torres um relógio de ouro como uma "prenda de aniversário".

Avelino Ferreira Torres declarou hoje que "nem sei porque é que eles vão ser julgados". Os arguidos respondem pela prática de um crime de peculato.

Pode ler mais aqui.