terça-feira, 14 de setembro de 2010

Piada de mau gosto

"Costumo dizer que a igreja precisa muito de mulheres... senão quem é que fazia as limpezas?!"

Esta é uma piada do Padre Lino Maia, Presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade que foi proferida durante a Universidade de Verão do PSD.

Eu já tinha lido esta notícia na blogsfera aqui, mas não tinha acreditado que esta piada de mau gosto tivesse ocorrido. Não me apercebi nos media que perante esta anedota tivesse existo algum protesto dos presentes, e em especial das mulheres do PSD presentes.

Agora ao ler a revista Sábado nº332 vejo confirmada esta notícia pelo que não posso deixar de repudiar estas palavras mesmo tendo sido ditas em tom de piada.

"Amigos de Baião" e do "Douro Verde"!

Olá, "Amigos de Baião" e do "Douro Verde"!

Divulgar o nosso concelho e a nossa região pode ser, por exemplo, enviar o endereço do vídeo seguinte (que também está no site oficial da Feira de Salamanca: http://www.feriadesalamanca.es/ ), no Youtube :


Façam-no através dos vossos e-mails, facebook (colocar, compartilhar, apoiar), etc.

Obrigado!

Pereira Cardoso

Pedido enviado por um leitor que temos todo o gosto em divulgar.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Estudo propõe extinção de freguesias

A notícia que pode ser lida aqui, é referente à cidade de Lisboa.

Um estudo propõe extinguir 24 freguesias das 53 actuais. Este relatório não tem suscitado reacções de rejeição frontal, mas têm surgido algumas reservas.

De facto o elevado número e a reduzida dimensão de muitas dessas freguesias são apontados há décadas como obstáculos à modernização do município.

E cá pelo Marco qual será a opinião dos Marcoenses em geral e dos nossos políticos em particular sobre esta matéria "sensível"?

Bartoon e Orçamentos

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Fanatismo Religioso

Uma organização religiosa cristã irá assinalar o aniversário do 11 de Setembro com uma queima do Corão, pode-se ler aqui.

Estes fanáticos religiosos liderados pelo pastor Terry Jones confirmou a realização desta "queima do Corão", apesar da oposição da Casa Branca.

Não compreendo estes fanatismos de pessoas que se consideram religiosas. Mais não compreendo esta atitude pois afinal Cristãos, Judeus e Muçulmanos adoram o mesmo Deus. Alguns dos livros que estas três religiões consideram sagrados até são comuns. Como pode ser possível que no século XXI existam pessoas e sobretudo lideres religiosos que estão mais preocupadas em provocar os outros que tentar aproximar as várias pessoas independetemente da religião, do sexo, da origem, da raça ou de quaisquer outras diferenças.

Não é afinal isso que os principais profetas dessa três religiões defenderam?

O Estádio, por Emanuel Moreira

O leitor Emanuel Moreira manda-nos para publicação um artigo sobre um documento em que o Estádio Municipal do Marco de Canaveses ainda tem a sua antiga designação:

UM MARCO DE DELIBERAÇÕES, OU???????”
A 10 de Dezembro de 2009, em reunião do executivo municipal, no ponto n.º 3 da acta lavrada pode ler-se “ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DO ESTÁDIO AVELINO FERREIRA TORRES” que depois de votado pelos presentes foi “DELIBERADO POR UNANIMIDADE APROVAR A PROPOSTA DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALTERAR A DENOMINAÇÃO DO ESTÁDIO AVELINO FERREIRA TORRES, PARA ESTÁDIO MUNICIPAL DO MARCO DE CANAVESES”.
Acredito que tal alteração não tenha sido comunicada atempadamente a todos os órgãos de comunicação social bem como às federações e associações desportivas que daquele complexo desportivo usufruem, (apesar de já terem decorridos 9 meses). Senão vejamos;
A 05 de Setembro de 2010 iniciou-se o campeonato distrital da 1.ª divisão da Associação de Futebol do Porto.
Campeonato este dividido em duas séries. A Associação Desportiva Marcoense que utiliza aquele complexo desportivo de forma regular é a ADMarco09. Esta associação disputa o campeonato referido, série 2, sendo desta a obrigação de comunicar à AFP qual o complexo que utilizará para disputa dos seus jogos como visitado.
Qual o meu espanto quando hoje, 06 de Setembro de 2010, a folhear jornais diários, vejo que o encontro referente à 1.ª jornada do aludido campeonato e que opôs as equipas ADMarco 09 e CD Sobrado se disputou no Estádio Avelino Ferreira Torres em Marco de Canaveses.
Pensei, é um erro de impressão ou interpretação destes profissionais da informação.
Contudo, não satisfeito com tal entendimento e para não cair em erro de julgamento, acedi ao site da AFP e visualizei o comunicado das nomeações dos árbitros para a 1.ª jornada do referido campeonato.
Ora, aqui sim o “erro” já tem de ser atribuído e assumido a e por alguém!
Neste comunicado da responsabilidade da entidade organizadora do mencionado campeonato e à qual as Associações Desportivas têm de comunicar os complexos desportivos onde realização os seus jogos enquanto visitados, pode ler-se que o estádio onde se disputaria o jogo ADMarco 09 e o CD Sobrado referente à 1.ª Jornada do Campeonato Distrital da 1.ª Divisão série 2, seria o ESTÁDIO AVELINO FERREIRA TORRES…

http://www.afporto.com/afporto/pdfs/arbitragem/outros/nomeacoes/nomeacoes_arbitragem_3_setembro_futebol.pdf

Será que a alteração terá ocorrido apenas para os residentes e eleitores em Marco de Canaveses?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Galp andou a brincar connosco

Pode-se ler aqui que a petrolífera criou uma rede de postos de combustíveis idêntica às que já existem nas cadeias de hipermercados.

O que pretende é fornecer combustíveis de "qualidade", sem aditivos e sem serviços adicionais, mas com a vantagem de estes terem um preço bastante inferior ao actual.

Claro que a motivação da Galp para entrar neste mercado deve-se unicamente ao facto de um quarto do mercado de combustíveis estar neste momento já na mão das cadeias de hipermercados.

Mas porque razão é que nós tínhamos de ter um combustível com aditivos, sabe-se lá o que o efeito real desses produtos, um conjunto de cartões que por troca de pontos nos dava o direito a obter uns prémios perfeitamente desnecessários e ainda tínhamos que entrar em lojas que nos vendiam de tudo desde os meros jornais ou cafés, até aos mais diversos produtos a preços normalmente exagerados.

O que o consumidor quer quando vai a um posto de combustível é encher o depósito da sua viatura de um combustível que responda às normas de qualidade e não quer pagar uma data de extras que nem precisa nem pediu.

Claro que tudo isto tem também a ver com a realidade de irmos ter nos próximos anos os combustíveis derivados do petróleo a custar cada vez mais caro ao consumidor.

domingo, 5 de setembro de 2010

Elisabeth Butterfly

Foi acompanhante de luxo, profissão que abandonou há um ano. Saiu agora do Albergue Espanhol, um blogue próximo do PSD, depois de uma discussão acesa com os assessores socialistas do Câmara Corporativa. Elisabeth Butterfly garante ao CM que esteve sempre "ao lado do PSD, desde o professor Cavaco."

Pode-se ler aqui no Correio da Manhã.

O Albergue Espanhol é o blogue de António Nogueira Leite (ministro-sombra do PSD para as Finanças), de jornalistas do DN e de assessores de Passos Coelho (e de mais um ou outro figurante). Podemos lá também encontrar o nosso conhecido Carlos Abreu Amorim.

Pedro Passos Coelho nas cordas

Assisti em directo pela televisão ao discurso do líder do PSD e estava à espera de um reacção ao forte contra-ataque que o PS e José Sócrates lhe fizeram nos últimos dias. Certo que a assistência não passava de uns JOTAS, em que Pedro Passos Coelho se podia reconhecer, mas que não fazem a mínima ideia de como governar a própria vida quanto mais governar a vida dos outros. E talvez por isso não possa dizer que tenha ficado totalmente surpreendido.

Vi o principal líder da oposição a fugir dos principais temas que ele próprio tinha trazido à ribalta política.

Começou por deixar cair a sua primeira medida, a mais emblemática e aquela que tinha definido como a mais prioritária, a Revisão Constitucional.

Continuou com o mesmo Ultimato ridículo de não aprovar o Orçamento Geral do Estado e a condicionar uma resposta até 9 de Setembro. Recordo que essa é a data limite para o Presidente da República dissolver a Assembleia da República. Não se percebe a quem incomoda mais esta ameaça se a José Sócrates, que deve estar a rir-se dela, ou a Cavaco Silva que a última coisa que quer é ser responsabilizado por mais uma crise política.

De qualquer modo as condições do Ultimato já não são o que eram. Até poderia aceitar cortes nos benefícios fiscais logo que fossem nos escalões superiores do IRS. Talvez tenha recebido um puxão de orelhas de alguém.

Continua a não dizer onde pode cortar nas despesas. Ou mais correctamente anuncia uma única medida, que era copiar o Governo Britânico e pôr os Ministros a andarem de boleia, de bicicleta ou de transporte públicos. Manuel Moreira suspirou de alívio pois Pedro Passos Coelho não falou dos Presidentes das Câmaras.

E o que mais me impressionou pela negativa foi trazer para o centro da discussão política o BPN.

Não estava a acreditar no que ouvia.

Se o PS, ou alguém próximo dos socialistas, neste momento fosse lembrar que os principais responsáveis por este grave caso que ocorreu num banco privado em que desapareceram milhares de milhões de euros foram exactamente militantes sociais-democratas, ex-governantes sociais-democratas, um Conselheiro de Estado e ex-dirigente social-democrata e onde o próprio Presidente da República se vê envolvido seriam acusados de tudo e mais alguma coisa. Assim ou Pedro Passos Coelho quis devolver algum recado para Belém ou então deu um valente tiro no pé.

A política tem esta coisas, para um interessa a estabilidade do Governo de José Sócrates para ganhar as presidenciais, para outro estar parado até passar as presidenciais pode ser demasiado tarde para se manter à frente do partido.

Ler mais aqui, aqui, aqui e aqui.

sábado, 4 de setembro de 2010

Um estudo das forças armadas alemãs adverte para uma potencial crise petrolífera grave

Um estudo realizado por uma equipa militar alemã analisou como “o pico petrolífero” pode mudar a economia global. A minuta do documento interno -- divulgada na Internet -- mostra pela primeira vez como o governo alemão tem considerado a possibilidade de uma potencial crise de energética.

A expressão “pico petrolífero” é usada por peritos em energia para referir o ponto em que as reservas de globais de petróleo passam seu máximo e a produção começa gradualmente a descer. Isto conduziria a uma crise permanente da oferta -- e o medo dele pode provocar a turbulência nos mercados das matérias-primas e nas bolsas.

A questão é tão politicamente explosiva que se torna notável quando uma instituição como as forças armadas alemãs, usa a expressão “pico petrolífero”. Mas o estudo militar que circula actualmente no blogosfera alemã vai mesmo mais além.

O estudo é um produto do departamento de análise futura do centro da transformação das Forças Armadas, uma equipa cuja tarefa é definir uma direcção para as forças armadas alemãs. A equipe, conduzida pelo Tenente Coronel Thomas, usa por vezes uma linguagem dramática para descrever as consequências do esgotamento irreversível de matérias- primas. Adverte para as mudanças no equilíbrio de forças global, da formação de novos relacionamentos baseados na interdependência, de um declínio na importância das nações industriais ocidentais, “do colapso total dos mercados” e de crises políticas e económicas sérias.

O estudo, cuja a autenticidade foi confirmada ao SPIEGEL ONLINE por fontes governamentais, não era destinado a publicação. O documento estaria numa fase de minuta e consistia unicamente de opiniões científicas, que não ainda tinha sido editado pelo Ministério de Defesa e por outras órgãos governamentais.

O autor principal, Will, recusou comentar o estudo. Permanece duvidoso se as Forças Armadas ou o Governo Alemão consentiriam publicar o documento na sua forma actual. Mas o estudo mostra a importância que o governo alemão está a dar à questão do pico petrolífero.

Actividades paralelas no Reino Unido

A fuga tem paralelos com relatórios recentes do Reino Unido. Só na semana passada o jornal do Guardian relatou que o DECC, Ministério Britânico da Energia e da Mudança Climática, está a manter documentos secretos que mostram que o Governo Britânico está muito mais preocupado com uma iminente crise da oferta do que ele aceita admitir. De acordo com o Guardian, o DECC, o Banco do Inglaterra e o Ministério da Defesa Britânico estão a trabalhar lado ao lado com os representantes da indústria para desenvolver um plano de crise para tratar os possíveis défices no abastecimento de energia. Os inquéritos feitos aos peritos da energia foram vistos pelo SPIEGEL ONLINE. Um porta-voz do DECC procurado reduzir a importância deste processo, dizendo ao Guardian que os inquéritos era “rotina” e não tinha nenhuma implicação política.

O estudo das Forças Armadas Alemãs pode não ter consequências políticas imediatas, mas mostra que o governo do alemão teme que a escassez pode acontecer rapidamente.

De acordo com o relatório alemão, há “alguma probabilidade que o pico petrolífero ocorrer por volta do ano 2010 e que o impacto na segurança é esperado sentir-se 15 a 30 anos mais tarde.” A previsão das Forças Armadas Alemãs é consistente com as aquelas dos cientistas conhecidos que assumem que a produção de petróleo global já ter ultrapassado o seu pico ou que o faça ainda este ano.

Falhas do mercado e reacções internacionais em cadeia

Os impactos políticos e económicos do pico petrolífero na Alemanha foram agora estudados pela primeira vez em detalhe. O perito em petróleo bruto Steffen Bukold avaliou e resumiu os resultados do estudo das Forças Armadas Alemãs. Está aqui uma visão geral dos principais pontos:

O petróleo determinará o poder: O petróleo vai transformar-se num factor decisivo na determinação das nova relações internacionais: “A importância relativa das nações produtoras de petróleo no sistema internacional está em crescimento. Estas nações estão a utilizaras vantagens daí resultantes para expandir o âmbito das suas políticas internas e externas e para estabelecerem-se como um novo ou renascido poder regional, ou em alguns casos mesmo como um poder global.”

O aumento da importância dos exportadores de petróleo: Para importadores de petróleo mais competição pelos recursos significará um aumento no número de nações que competem por favores junto das nações produtoras. Para estes últimos isto abre uma oportunidade que possa ser usada para implementar objectivos políticos, económicos ou ideológicos. Porque esta janela do tempo estará somente aberta por um período limitado, “esta poderia conduzir a uma afirmação mais agressiva de interesses nacionais por parte das nações produtoras.”

Política no lugar do mercado: As Forças Armadas Alemãs esperam que uma crise da oferta faria recuar a liberalização do mercado da energia. “A proporção do petróleo comercializado no mercado do global, acessível livremente, diminuirá com mais óleo a ser trocado através de acordos bilaterais”. A longo prazo, avança o estudo, o mercado do petróleo global, poderá somente seguir as leis do mercado livre de uma maneira limitada. “Os acordos bilaterais, condicionados e as parcerias privilegiadas, tais como aquelas consideradas antes das crises do petróleo dos anos 70, verificar-se-ão mais uma vez.”

Falhas do mercado: Os autores pintam um retrato negro das consequências resultando da falta do petróleo. Porque o transporte dos bens depende do petróleo, o comércio internacional poderia ser sujeito a subidas de impostos colossais. As “faltas na oferta de bens vitais podiam ocorrer” como consequência, por exemplo nas cadeias alimentares. O petróleo é usado directamente ou indirectamente na produção de 95 por cento de todos os bens industriais. Os choques do preço podiam consequentemente ser considerados em quase toda a indústria e durante todo todos os estágios da cadeia de aprovisionamento industrial. “No médio prazo o sistema económico global e cada economia nacional orientada ao mercado desmoronariam.”

Retorno à economia planeada: Uma vez que virtualmente todos os sectores económicos dependem fortemente do petróleo, o pico petrolífero poderia conduzir a uma “falha parcial ou total dos mercados,” diz o estudo. “Uma alternativa concebível seria racionamento do governo e o reserva de bens importantes ou o estabelecimento de programas de produção e de outras medidas coercivas de curto prazo substituir mecanismos baseados no mercado em período da crise.”

Reacção em cadeia global: “Uma reestruturação dos abastecimentos de petróleo não será igualmente possível em todas as regiões antes do início do pico petrolífero”, diz o estudo. “É provável que um grande número estados não estarão numa posição para fazer a tempo os investimentos necessários,” ou com “suficiente magnitude”. Se houvesse crashes económicos em algumas regiões do mundo, Alemanha poderia ser afectada. Alemanha não escaparia as crises de outros países, porque está integrada tão firmemente na economia global.

Crise da legitimidade política: O estudo das Forças Armadas Alemãs levanta igualmente levanta temores pela sobrevivência da própria democracia. Partes da população poderiam entender a agitação provocada pelo pico petrolífero “como uma crise sistémica geral.” Isto criaria o “espaço para alternativas ideológicas e extremistas às formas de governo existentes.” A fragmentação da população afectada é provável e poderia “em casos extremos conduzir a um conflito aberto”.

Os cenários esboçados são drásticos. Ainda mais politicamente explosivo são as recomendações ao governo que os peritos em energia avançaram sobre estes cenários. Argumentam que os “estados dependentes das importações de petróleo” serão forçados “a mostrar mais pragmatismo em relação às políticas externas dos estados produtores de peróleo”. As prioridades políticas terão de ser de alguma forma subordinadas ao interesse de assegurar o abastecimento de energia.

Por exemplo: Alemanha teria que ser mais flexível na relação aos objectivos da política externa de Rússia. Igualmente teria que mostrar mais restrições na sua política externa em relação a Israel, para evitar alienar as nações produtoras de petróleo árabes. O apoio incondicional a Israel e ao seu direito a existir é actualmente uma pedra angular da política externa alemã.

O relacionamento com Rússia, em particular, é da importância fundamental para o acesso alemão ao petróleo e ao gás, o estudo diz. “Para Alemanha, isto envolve um exercício de equilíbrio entre relações estáveis e privilegiadas com Rússia e as sensibilidades de vizinhos (da Alemanha) a leste”. Ou seja Alemanha, se quer garantir sua própria segurança energética, deve ser acomodatícia em relação aos objectivos da política externa de Moscovo, mesmo se isto significar colocar em risco as suas relações com a Polónia e os outros estados do Leste Europeu.

O pico petrolífero teria igualmente consequências profundas para a posição de Berlim no Médio Oriente, de acordo com o estudo. “Um reajustamento da política de Médio Oriente de Alemanha em favor de umas relações mais intensas com os países de produtor tais como Irão e Arábia Saudita, que têm as maiores reservas de petróleo convencionais na região, pode por em tensão as relações Alemãs-Israelitas, dependendo da intensidade da mudança política,” escrevem os autores.

Quando contactado pelo SPIEGEL ONLINE, o Ministério de Defesa declinou comentar no estudo.