sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Hawking, Darwin, Dawkins e eu

Stephen Hawking exclui a possibilidade de Deus ser o criador do Universo, ao contrário que defendia numa teoria anterior, pode ler aqui e aqui.

O cientista considera que a prova que sustenta o seu argumento é o facto de ter sido observado, em 1992, um planeta que girava em torno de uma estrela distinta do sol. E essa observação comprova a possibilidade de existirem outros planetas e universos o que significa, em seu entender, que se a intenção de Deus seria criar o Homem, estão os restantes universos seriam redundantes.

Charles Darwin já tinha rejeitado a necessidade de um criador do Homem, há cento e cinquenta anos com a publicação da "Origem das Espécies".

O conhecido biólogo ateu Richard Dawkins felicitou já o astrofísico britânico pelas conclusões, relembrando que esta opinião é partilhada por uma grande parte da comunidade científica.

Mas para mim o melhor argumento apresentado neste debate pode-se ler no livro de Richard Dawkins intitulado "A Desilusão de Deus".

Ali recorda-se que Fred Hoyle terá afirmado que a probabilidade de a vida ter tido origem na Terra não é maior do que a possibilidade de um furacão que varresse um parque de ferro-velho ter a sorte de montar um Boeing 747. É o argumento favorito do criacionista.

Nesse livro Dawkins desmonta este argumento ao explicar realmente por palavras relativamente simples o que é o evolucionismo, mas acaba por colocar ao criacionista uma questão bem maior.

Se a explicação mais razoável para o surgimento da complexa e improvável aparência de concepção é devida a um criador, então levanta-se imediatamente um problema maior que é saber quem criou o criador. É evidente que se a base de partida do problema inicial era a improbabilidade estatística, a solução apresentada do criador é ainda mais improvável.

Complicado? Talvez não se nos dermos ao trabalho de lermos e reflectirmos sobre uns quantos livros de uns quantos autores que abordam este tema.

Já agora a primeira vez que entrei neste debate foi no Liceu Nacional de Penafiel em 1975.

Os Meus Amigos Retornados do Liceu de Penafiel

Hoje fui surpreendido por este comentário ao meu post intitulado "Carreira para o Liceu de Penafiel":

"Obrigado por me teres lembrado destes tempos.
Também apanhava estas camionetas a partir da Agrela-Vila Boa de Quires.
Foi a partir de Novembro de 1975, depois de vir de Luanda-Angola, como retornado, que me tornei estudante de Penafiel, embora residente no Marco.
Estudei lá, do oitavo( na altura quarto) ano até ao 12º. Comecei pelo Liceu e terminei na Secundária.
Das viagens para Penafiel, lembro-me de imensas situações. Por exemplo, das fogueiras que fazíamos na paragem do autocarro, na Agrela/V.B.Quires para travar o frio. Das pessoas que esperavam do outro lado da estrada, pela camioneta para o Marco. Em especial nos dias de Feira.
Agora, passados estes anos, tudo parece bucólico e aprazível.
Ainda bem que a memória filtra e guarda as "coisas" boas.
Valdoleiros, talvez já não te lembres de mim, mas voltaste a encontrar-te comigo, enquanto estudávamos em Lisboa".

Lembro-me de muito dos meus amigos retornados, ainda que possas a estar a fazer confusão com o Valdoleiros com quem estudaste em Lisboa, pois eu estudei sempre cá pelo Norte. Mas o mais importante é que no conhecemos de certeza, andamos nas mesmas "carreiras" e partilhamos as mesmas "aventuras da juventude".

Eu era muitas vezes confundido com os meus amigos retornados, por ter estado em Moçambique e por jogar Basketball, e orgulhava-me disso.

O meu melhor amigo nesses anos foi o Beto, um retornado de Luanda que partilhava comigo a paixão do Basketball, das motas e das "garinas". Eu na minha Honda e ele na sua Yamaha amarela andávamos por tudo que era lado entres os concelhos do Marco, de Penafiel e redondezas. Ele morava em S. Nicolau, tinha uma família impecável e tive a sorte de partilhar com ele alguns dos meus anos mais interessantes da minha vida.

Recordo-me doutro retornado que tinha um jeito extraordinário para desenhar. Ainda chegamos a pensar criar uma série de banda-desenhada, eu criava o argumento e ele fazia os desenhos. Mas o que melhor recordo dele foi como teve coragem de nos contar como foi a sua viagem de barco entre Luanda e Portugal. E ainda hoje me lembro da expressão dele quando nos disse como tinha apreciado comer uma simples batata cozida quando chegou a Portugal tanto foi a fome que sofreu durante essa viagem.

Recordo-me também de um retornado de Sá da Bandeira que concorreu comigo na mesma lista para as eleições dos representantes dos estudantes do Liceu de Penafiel. Afirmava-se do MRPP, mas era sobretudo um irreverente e queria experimentar tudo. Não tinha medo de expressar as suas opiniões e tinha uma cultura muito acima da média. Nessa lista éramos os dois "retornados" e uma "garina" de Penafiel. Uma lista estranha mas popular. Ganhamos e fomos assim dos primeiros eleitos democraticamente numa eleição de estudantes e os nosso nomes até saíram no Diário da República.

Depois tínhamos a morena, toda boa, um pouco mais velha do que nós e que nos "usávamos" para atiçar o professor de Física e desse modo atrasarmos a matéria que sairia para o próximo teste. Para nosso espanto a Ana Paula, tinha sido Miss Angola e e Miss Portugal.

E não podia ainda esquecer-me da fantástica equipa de Basketball que formávamos eu, o Beto e mais dois ou três retornados. Eramos imbatíveis naqueles anos. Claro que eu tinha que ser o base, os meus 1,70 impunham isso.

Quem se recordar de mais histórias ou de nomes comente este post.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Anónimo comenta Contrato com as Águas do Marco

Recebemos este comentário a um dos posts sobre a longa historia do contrato das águas. Resolvi que merecia um maior destaque, apesar da origem anónima. Mas apesar de concordar com algumas das posições nele apresentado não deixo acrescentar alguns comentários pertinentes.

Li há poucos dias uma referência de alguém que não tenho o gosto de conhecer, de Marco de Canaveses, que se congratulava com uma possível decisão governamental, sobre a uniformização do preço da água no país. É natural e lógico que alguém que usufrua de um bem-neste caso água- fique satisfeito quando o custo de qualquer produto se torna mais barato, pois ganha o orçamento familiar. Mas em boa verdade para 85% da população marcoense, essa medida em nada concorre para a sua felicidade, pois toda esta população não tem água a cair nas torneiras das suas residências!!! Por esta razão, torna-se urgentíssimo que os responsáveis políticos -são mesmo esses- de todos os quadrantes meditem nesta situação, que terá de ser tratada a nível nacional, pois ao nível local já todos entendemos que o caso não tem solução.

Comentário:
Percebo a sua perspectiva, mas se podemos vir um dia a ter a uniformização do preço da água no país, talvez compensando algumas regiões onde os custo unitário de obtenção desse bem seja mais elevado à custa das outras regiões. Mas o problema das "águas e saneamento" do nosso concelho continuará a unicamente poder ser resolvido localmente. Este contrato foi assinado pelos eleitos dos Marcoenses, foi igualmente alterado por outros eleitos  e terá por consequência cumprido e respeitado até "alguém" negociar melhores condições.

Pensando que posso viver, ainda mais trinta anos, perdi a esperança de poder usufruir desta regalia social, bem como do saneamento básico, cuja falta põe em causa a saúde pública da grande maioria da população marcoense, onde me incluo, como se percebe.

Imagine-se o estado de espírito das populações das freguesias Marcoenses confinantes com freguesias dos concelhos de Amarante, Baião e Penafiel.
Lembrar o poema de solidariedade com Moçambique, que dizia.”Tanta água nos separa, tanta água e basta em passo….”

Ora vejamos, p.e. as freguesias de Banho e Carvalhosa, Santo Isidoro, Constance e Toutosa. Não são separadas das freguesias de Amarante por” tanta água” mas apenas por meia dúzia de passos e do outro lado da estrada que delimita o concelho, há tanta água!!! Meu Deus|

Perante este cenário, é legitimo que as mesmas populações se interroguem. Então, ali o senhor José e seus familiares, tem água a seis passos da minha casa e eu não, por quê?

Comentário:
Também posso responder. É o que o senhor José e os seus conterrâneos souberam escolher melhor os seus eleitos. Quantas vezes os meus amigos de Amarante se riram de mim dizendo que eles eram bem mais espertos que os Marcoenses. Quando tentaram com eles a receita "populista", o resultado foi o que foi. E veja-se que mesmo depois de uma derrota pesada em Amarante, Avelino Ferreira Torres veio obter ao Marco um excelente resultado. E não podemos esquecer que trocamos Avelino Ferreira Torres por Manuel Moreira que ao seu lado tinha e continua a ter um grupo grande de apoiantes do anterior Presidente.

Não sou português, não pago os meus impostos como ele? Então porque razão não tenho direito às mesmas condições de vida? É ou não um assunto nacional? Deve o governo intervir ou não? Responda quem souber, por mim era de intervir e depressa.

Comentário:
Tem os mesmos Direitos, e o principal deles foi utilizado pelos Marcoenses várias vezes mal. O Direito de Voto. O Governo não pode, nem deve intervir. Quem tem que intervir são os Marcoenses. Faça como eu, identifique-se e venha para aqui lutar contra esses detentores do poder. Não se esconda e venha assistir (até de madrugada) às sessões da Assembleia Municipal ou do Executivo da Câmara Municipal. Lute. E na primeira possibilidade não vote nos candidatos apresentados pelo CDS ou pelo PSD, pois já vimos qual a receita destes dois partidos. Tem já uma oportunidade nas próximas presidenciais, se Cavaco Silva tiver um grande derrota no nosso concelho será uma mensagem que passamos por actuais eleitos Marcoenses.


Que culpa temos de contratos para os quais não fomos tidos nem achados e que nos colocam ao nível das mais atrasadas regiões Africana?

Comentário:
Os nossos representantes, os eleitos dos Marcoenses para a Câmara Municipal e para a Assembleia Municipal, foram tidos e achados. E não se espante, mas uma enorme maioria apoiou esses contratos. E até existem políticos que agora estão contra mas que na altura nada viram de mal nos contratos. Se tiver memória recordar-se-á que na altura da assinatura desse contrato o CDS e o PSD estavam em “conversações” para as criação das listas autárquicas no Distrito do Porto, nomeadamente para o concelho de Marco de Canaveses.

Quando muito recentemente li e ouvi falar da criação do concelho de Alpendurada, a maioria da população do concelho (penso eu) discordou, como eu, dessa hipótese, meramente académica.Todavia, perante a realidade que vimos focando, não será legítimo que as populações das freguesias confinantes com os concelhos limítrofes, que desfrutam de melhor qualidade de vida, possam pensar em integrar esses mesmos concelhos?

Comentário:
Não iria resolver o problema do contrato pois ele dá a exclusividade da exploração dos serviços de águas e saneamento à empresa Águas do Marco à totalidade do actual território do concelho.

Se Alpendurada reclamava uma boa parte das freguesias do Município, ás restantes também lhes assiste o direito de escolher o melhor e o melhor está alí tão perto!

O Marco nasceu da fusão de outros concelhos, que tiveram o seu fim, por força da reforma Administrativa que se impôs e justificava naquela época.

Com certeza que também houve constrangimentos e discórdias, como sempre acontece quando se alteram situações enraizadas, veja-se na actualidade o fecho das escolas primárias. (era assim que se dizia no meu tempo)

E agora, se é verdade o estado de insolvência da Câmara Municipal, não poderá o concelho ser integrado noutros, se as condições de vida das populações se alterarem para melhor? E porque não um referendo?

Comentário:
Será que as outras populações querem pagar a nossa dívida? Penso que não. Os nossos problemas terão que ser resolvidos por nós. Existe a possibilidade de migrar para outros concelhos ou países. Mas não é isso que já acontece.

É que este não deve ser usado só para abortos, casamentos gay e outras patetices, que por aí abundam. Vamos a isso, carago!!!

A interrogação fica no ar, responda quem souber.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Carlos Queiroz

O Professor Carlos Queiroz é uma das grandes figuras do futebol mundial.

Foi o responsável pelo aparecimento de uma geração de jogadores de futebol, tais como Luis Figo, Rui Costa, Vitor Baia, Paulo Sousa, Abel Xavier, Fernando Couto e João Vieira Pinto.

Conquistou os dois únicos títulos Mundiais Sub-20 de Futebol, em 1989 e 1991.

Treinou o Sporting, o MetroStars, o Nagoya, os Emirados Árabes, a África Sul, o Real Madrid e o Manchester United como adjunto.

Na África do Sul termina o grupo G em segundo lugar e caindo, nos oitavos-de-final, diante da selecção campeã europeia em título, a Espanha por 1-0. A Espanha acabou por sagrar-se campeã Mundial.

Nesta polémica sobre a "perturbação um dos médicos de controlo antidoping" foi defendido por algumas das mais reconhecidas figuras do futebol português e mundial como Luís Filipe Vieira, Sir Alex Ferguson , Luís Figo e, até, Jorge Nuno Pinto da Costa.

Do outro lado desta polémica estão as figuras de sempre que nada fizeram pelo futebol português, puros administrativos, figuras de valor duvidoso, enfim uma Nebulosa sem nenhum brilho. Ou seja aqueles que não vão ficar na História do Futebol.

Quem eu queria que fosse para a rua?

Não tenho dúvidas, essa nebulosa. E aliás ficaria mais barato que despedir Carlos Queiroz e o Futebol Português ficaria bastante mais limpo. E não é isto que todos nós portugueses andamos a pedir? Uma grande vassourada nesses dirigentes e devolver o futebol aos verdadeiros profissionais.

Ler mais aqui, aqui e aqui.

"Lapidações e outros horrores" por José Saramago

A notícia queima. O mufti da Arábia Saudita, máxima autoridade religiosa do país, acaba de emitir uma fatua que permite (permitir é um eufemismo, a palavra exacta deveria ser impor) o casamento de meninas na idade de 10 anos. O dito mufti (hei-de lembrar-me dele nas minhas orações) explica porquê: porque a decisão é “justa” para as mulheres, ao contrário da fatua anteriormente vigente, que havia fixado em 15 anos a idade mínima para o casamento, o que Abdelaziz Al Sheji (esse é o nome) considerava “injusto”. Sobre as razões deste “justo” e deste “injusto”, nem uma palavra, não se nos diz sequer se as meninas de 10 anos foram consultadas. É certo que a democracia brilha pela inexistência na Arábia Saudita, mas, num caso de tanto melindre, poderia ter-se aberto uma excepção. Enfim, os pedófilos devem estar contentes: a pederastia é legal na Arábia Saudita. Outras notícias que queimam. No Irão foram lapidados dois homens por adultério, no Paquistão cinco mulheres foram enterradas vivas por quererem casar-se pelo civil com homens da sua escolha… Fico por aqui. Não aguento mais.

Esta entrada foi publicada em Janeiro 15, 2009 às 1:40 am e está arquivada em O Caderno de Saramago

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Uma escola que fecha mata uma aldeia ou acelera o inevitável?

Este artigo que pode ser lido no Público, merece uma leitura e uma posterior reflexão sobre a pergunta que é colocada.

João Ferrão, investigador da Universidade de Lisboa e ex-secretário de Estado do Ordenamento do Território, alerta que fechar uma escola do Ensino Básico, em determinadas circunstâncias, pode ser o suficiente para matar uma aldeia.

Acrescenta que "Podemos sempre dizer que o encerramento da escola só acelera a morte do lugar, porque a falta de crianças se encarregaria de conduzir ao mesmo resultado em poucos anos. Mas isso só é verdade porque há muito que o Poder abandonou por completo o mundo rural".

Jorge Pulido Valente, hoje presidente da Câmara de Beja, diz que "há anos que luta para manter vivo um território que está no limiar da ruptura por falta de população" e reivindica que "como presidente de câmara de Mértola cheguei a promover o fecho de algumas escolas, mas para fortalecer localidades vizinhas rurais".

Francisco Lopes, presidente da Câmara de Lamego, o município que vê fechar o maior número de escolas 21, diz que "daqui a 10 anos os centros escolares que agora estamos a construir serão grandes demais - esse é o drama".

O que considero interessante é que se ler e reflectirmos na opinião dos próprios presidentes da Câmara o problema não é o fecho da escolas, mas o abandono do mundo rural e a fuga para as grandes cidades. Não será de certeza ao ignorarmos este importante factor do problema que vamos encontrar a solução.

Mas o que não percebo mesmo é como existe um presidente que admite que está a realizar investimentos, pequenos elefantes brancos, que daqui a 10 anos estarão sobre dimensionados. 

O mapa administrativo deve ser alterado?

Numa área em que a densidade populacional já não justifica uma extensão do centro de saúde e uma escola, faz sentido ter uma junta de freguesia?

Estas perguntas que também são colocadas noutro artigo do Público e que já se tem discutido em alguns meios políticos mais responsáveis são bem demonstrativas dos muitos erros que se tem realizado nas últimas décadas pelo país fora em grande parte porque se tem medo de debater verdadeiras reformas a nivel do Poder Local, não se vá ofender alguns "baronetes".

domingo, 29 de agosto de 2010

Sakineh Ashtiani


110 cidades de todo o mundo apelaram ao fim da lapidação no Irão, pode ler mais aqui.

Esta mulher iraniana encara a morte após ser torturada por um suposto adultério.

Em 2006, Ashtiani foi condenada por ter mantido relações ilícitas e recebeu 99 chibatadas. Desde então, esta mulher de 43 anos está na prisão, onde se retratou da confissão feita sob a coerção das chicotadas.

Só recentemente é que ela foi levada ao tribunal e recebeu um novo julgamento. De novo ela foi condenada e, desta vez, apesar de já ter sofrido uma punição, foi sentenciada à morte por apedrejamento. Essa prática desumana envolve enrolar firmemente a mulher, da cabeça aos pés, com lençóis brancos, enterrá-la na areia até os ombros e golpeá-la à morte com pedras grandes.

Os seus filhos, Fasride e Sajjad Mohammadie Ashtiani, já apelaram para que "não permitam que os nossos pesadelos se tornem realidade. Protestem contra o apedrejamento de nossa mãe! Hoje nós estendemos nossas mãos às pessoas do mundo inteiro. Há cinco anos vivemos em estado de medo e terror, destituídos do amor maternal. Seria o mundo tão cruel a ponto de assistir essa atrocidade sem fazer nada?"

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Três menores suspeitos de fogo posto

Foram identificados três menores por suspeita de atearem um pequeno fogo na freguesia de Vila Boa de Quires, pode-se ler aqui, uma "brincadeira" que poderia ter piores consequências.

Entretanto pode-se ler aqui que foram detidos 30 suspeitos de fogo posto, dos quais metade se encontra em prisão preventiva.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Aradum dá Arte na Rua

Fernando Costa, presidente da Aradum, escreveu-nos a pedir para divulgar o seguinte:


A Aradum, Associação para o Desenvolvimento Cultural do Douro, convida todos a assistir ao espectáculo "Arte na Rua", composto por Teatro, Dança e Música, apresentado pelas crianças e jovens adolescentes que frequentam esta associação.
Este espectáculo vai realizar-se no próximo dia 4 de Setembro, pelas 21 horas, no lugar da Tapadinha em Alpendorada e Matos (frente ao Edifício Tâmega Douro).