quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril de 1974

4 comentários:

  1. Caro Jorge Valdoleiros

    Ontem,como felizmente nos últimos anos,realizou-se a comemoração do 25 de Abril,iniciativa da Câmara Municipal e justiça se faça a Manuel Moreira,tal devem agradecer os democratas do Marco.
    Assisti à cerimónia no salão nobre da autarquia,mas uma coisa me chocou.Foi ter visto o presidente da Assembleia Municipal tomar a palavra sem ter o símbolo da revolução ao peito,o cravo vermelho,que a maioria exibia orgulhosamente.

    Miguel Fontes

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  2. Caro Jorge Valdoleiros

    Se no meu comentário anterior denunciei uma situação,que me chocou,ter visto o presidente da A.M. usar da palavra,sem o símbolo da Revolução de Abril,o cravo vermelho,ao peito,outro facto sucedeu,que ultrapassou definitivamente a minha compreensão.
    Refiro-me à quebra do protocolo,que entendo deveria ter sido respeitado.
    Segundo o protocolo habitual destas comemorações,a última entidade a usar da palavra é o Presidente da Assembleia Municipal.Não foi o caso e a honra do discurso de encerramento foi de quem? Advinham?
    Pois claro,que só poderia ser Manuel Moreira,o todo poderoso presidente do Executivo,o senhor absoluto do PSD Marco,a quem todos reiteram a sua sempre manifesta subserviência.

    Cumprimentos
    Miguel Fontes

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  3. Caro Miguel Fontes, se reparou, nem um viva ao 25 de Abril disse no final desse discurso. Que democrata!

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    1. Caro Anónimo

      Reparar,reparei nisso e não só.
      Uma sessão solene dedicada a comemorar o 25 de Abril,abre não com o Hino Nacional,mas com o popularucho hino do Marco. Mais um pobre "adereço" da imagem de Manuel Moreira.
      Que gostam de nos considerar uma população simplória,só amante do anho assado com arroz de forno,regado com uns copos de verde e entretida com festas e festinhas,tudo bem.
      Cada um na vida só mostra aquilo de que é capaz,mas não brinquem com coisas muito sérias,como o 25 de Abril,a tal revolução dos cravos,não vá o Diabo tecê-las e a acontecer outra poderá não haver cravos que cheguem e tenham que ser substituidos por coisas bem mais contundentes.

      Miguel Fontes

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